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Equipe São Lucas - Equipe São Lucas Atualizado em 14/08/2026

Oncologia

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Câncer de pulmão tem cura? Saiba como o diagnóstico e tratamento influenciam

O câncer pulmonar pode apresentar diferentes prognósticos. Saiba como o estágio da doença, as características do tumor e os tratamentos disponíveis influenciam

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câncer de pulmão tem cura

O diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de tratamento curativo; cirurgia, imunoterapia e terapias-alvo podem tratar tumores pulmonares

A identificação do tumor em estágios iniciais é importante, pois pode permitir tratamentos com intenção curativa, incluindo a cirurgia.

Além do diagnóstico precoce, a escolha da estratégia terapêutica considera características específicas do tumor, como o tipo celular e a presença de determinadas alterações genéticas. Cirurgias minimamente invasivas, terapias-alvo, imunoterapia e técnicas de ablação estão entre as abordagens que podem ser utilizadas conforme o estágio e as características individuais da doença.

A avaliação individualizada por uma equipe especializada permite definir a conduta mais adequada e acompanhar o paciente durante todas as etapas do tratamento. O Hospital São Lucas Copacabana conta com oncologistas renomados para prestar o melhor atendimento.

O estabelecimento de saúde da Rede Américas está localizado na Travessa Frederico Pamplona, 32, Copacabana - Rio de Janeiro.

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Como o diagnóstico precoce afeta a cura do câncer de pulmão?

Descobrir a alteração celular logo no início é o fator mais determinante para a recuperação. Tumores localizados, que ainda não se espalharam para os linfonodos ou outros órgãos, possuem respostas cirúrgicas muito favoráveis.

Quando o tumor é detectado precocemente e removido por cirurgia, as chances de cura são altas.

Além disso, o mapeamento de marcadores genéticos do câncer possibilita identificar alterações com antecedência. O reconhecimento dessas características genéticas orienta a escolha de tratamentos personalizados, aumentando a sobrevida do paciente. Exames laboratoriais modernos também reforçam essa precisão.

Tratamentos para o câncer de pulmão

Além da cirurgia, indicada para estágios iniciais e casos selecionados, pode ser feita também a quimioterapia. A recomendação é de que ela seja realizada antes ou depois da cirurgia, ou quando o paciente está em estágios mais avançados.

Já a radioterapia é prescrita quando o tumor é localizado, para controle local ou na identificação de metástases. O seu principal objetivo é usar a radiação para destruir as células do câncer.

Uma outra opção é a imunoterapia. Ela tem como propósito estimular o sistema imunológico do próprio indivíduo a combater o tumor. A abordagem terapêutica adotada depende diretamente do tipo de câncer: pequenas células ou não pequenas células.

Segundo o Instituto Vencer o Câncer, o de não pequenas células é mais comum. O de pequenas células costuma crescer mais rápido. Também é preciso olhar para o estadiamento da doença.

Pelo estadiamento é observado o tamanho do tumor, se os linfonodos estão comprometidos e se há ou não metástase. Os testes que apontam alterações genéticas específicas dos tumores também são levados em consideração.

O estado de saúde geral da pessoa também contribui para definir o tipo de tratamento, além de suas preferências. Assim como a avaliação de uma equipe multidisciplinar, que pode contar com cirurgião torácico, radiologista e patologista.

Quais são os tratamentos mais modernos para o tumor pulmonar?

As cirurgias minimamente invasivas, como a videotoracoscopia e a cirurgia robótica, removem o tumor com alta precisão. Essa abordagem permite uma recuperação segura, reduz o tempo de internação e diminui a ocorrência de complicações após o procedimento.

Para casos em que a cirurgia tradicional não é viável, existem opções minimamente invasivas bastante promissoras, como a ablação. A ablação por radiofrequência é uma das opções. Ela aquece as células cancerígenas, para fazer a eliminação delas.

Também tem a crioablação, que usa o nitrogênio líquido ou o gás argônio para congelar e destruir os tumores. Além da ablação por microondas, procedimento pelo qual a energia eletromagnética é utilizada para gerar calor e destruir as células tumorais.

As terapias-alvo atuam em mutações genéticas específicas das células tumorais, bloqueando seu crescimento sem agredir o tecido saudável. Paralelamente, a imunoterapia estimula o próprio sistema de defesa do organismo a reconhecer e combater a doença.

Como o histórico de saúde do coração impacta a cirurgia pulmonar?

Antes de definir a estratégia cirúrgica, a equipe médica realiza uma avaliação rigorosa do sistema cardiovascular. O pulmão e o coração trabalham em sincronia constante, e a capacidade cardíaca dita a segurança da anestesia e do procedimento cirúrgico.

Durante a investigação do histórico genético familiar, alguns pacientes questionam os médicos sobre condições pré-existentes e o que é cardiopatia congênita. Essa condição específica é uma alteração estrutural no coração que surge ainda nas primeiras oito semanas de gestação.

Embora seja um problema presente desde o nascimento, casos leves podem ser assintomáticos na infância e só descobertos na idade adulta, muitas vezes durante exames pré-operatórios de rotina.

Para identificar esses quadros, os médicos observam sinais característicos:

  • em bebês: cansaço excessivo ao mamar, suor frio e coloração azulada na pele ou nos lábios (cianose)
  • em crianças maiores e adultos: falta de ar e fadiga rápida durante esforços físicos cotidianos

As causas variam desde fatores genéticos hereditários até o contato com infecções ou alterações metabólicas na gestação. A doença cardíaca congênita tem cura em diversos cenários, dependendo da gravidade, podendo exigir desde o uso de medicamentos até cirurgias imediatas. Garantir a estabilidade da função cardíaca é essencial para o avanço seguro do tratamento oncológico.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

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